Casa do Marquês apoia a cultura com exposição coletiva no Belém Rio

Durante a pandemia muitos artistas não puderam mostrar o seu talento. Mas não deixaram de criar. A Casa do Marquês convidou 11 artistas a expor o trabalho desenvolvido durante o confinamento.

A Casa do Marquês inaugura no próximo dia 17 a exposição de arte contemporânea intitulada “Um em Todos”, que reúne cerca de meia centena de obras de 11 artistas plásticos, e que vai estar patente até 2 de outubro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no Belém Rio, uma das salas do portfólio de espaços geridos pela empresa líder de mercado na área de catering e organização de eventos.

Com a curadoria e o conceito de Elisa Ochoa, esta exposição, que terá as portas abertas todos os dias úteis, entre as 10h00 e as 18h00, marca o reforço de uma aposta antiga da Casa do Marquês no apoio à cultura e às artes como forma de expressão de afetos e proximidade entre os cidadãos.

“O Mundo mudou com esta pandemia que nos apanhou a todos de surpresa. Todos tivemos de parar e de refletirmos sobre que caminho que queremos trilhar. E nós também fizemos esse percurso na Casa do Marquês. E se há uma coisa de que temos a certeza, nestes tempos de incerteza, é que, mais do que nunca, é preciso trabalhar em rede, para estarmos todos mais juntos”, afirma Florbela Bem.

Esta primeira exposição organizada pela Casa do Marquês vai revelar obras inéditas, nunca vistas antes, “Obras que marcam e marcarão este período de mudança a todos os níveis; com histórias pessoais mais evidentes e com um espírito artístico mais questionador; obras feitas em ateliê, ao ar livre, trabalhos que foram pensados e não encomendados, - arte sem propósito? – Ou apenas que é a nossa necessidade e dever de artistas em apresentar novas leituras sobre o mundo atual”, refere a curadora.

A administradora da Casa do Marquês sublinha que “a empresa também mudou, também repensou a sua forma de estar no mercado e, por isso, esta vontade de reforçar a sua aposta na arte”. “Isto não é inédito na história da Casa do Marquês. Aliás, iniciámos a nossa atividade com um espaço em Algés que tinha exposições permanentes. O que queremos agora é reforçar o apoio a essa área. Queremos ser um parceiro fundamental dos artistas, que são, também eles, um parceiro fundamental no reforço da comunicação do nosso projeto empresarial. É tempo de trabalharmos mais juntos, mais unidos”.

Florbela Bem, que juntamente com José Eduardo Sampaio fundou a empresa há quase 31 anos, realça que “faz todo o sentido que a Casa do Marquês abra as portas dos seus espaços para receber obras de arte e atividades culturais, da mesma forma que recebe anualmente milhares de convidados e empresas para testemunhar acontecimentos inesquecíveis”.

“A Casa do Marquês vai continuar a concretizar os sonhos dos seus clientes e amigos, vai continuar a estar presente na vida de empresas nacionais e internacionais, vai continuar a alimentar cerimónias oficiais. A Casa do Marquês vai continuar a criar, a produzir e a executar os melhores eventos, que a tornaram a líder deste mercado em Portugal”, sublinha a administradora.

António Alves da Costa, Tim Madeira, Carlos Medeiros, Isabel Contreras Botelho, Teresa Mendonça, Paula de Castro Freire, Maria Sassetti, Clo Bourgard, Sara Maia, Regina Frank e Graça Romano são os 11 artistas que verão obras suas expostas de 17 de setembro a 2 de outubro no Belém Rio (Centro Cultural de Belém).

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